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Inicie uma campanha pessoal de crowdfunding ou de angariação de fundos para uma boa causa e angarie dinheiro. Em Portugal, o dinheiro rende mais em investimentos como certificados de aforro, depósitos a prazo, fundos imobiliários e ações, dependendo do perfil de risco do investidor. Como o crowdfunding está a ter um impacto global e a deixar as suas pegadas em todo o lado, escolher sabiamente a tua plataforma ideal para o crowdfunding em Portugal é uma excelente escolha. O GoGetFunding também fornece ferramentas para partilhar campanhas em plataformas de redes sociais e acompanhar os donativos. Com uma taxa de plataforma de 0%, a WhyDonate permite-te aceder a várias funcionalidades excelentes e tem sido a mais importante plataforma europeia de crowdfunding.
Imobiliário: Plataforma de crowdfunding espanhola fecha operação de cinco milhões em Portugal
O regime jurídico para o financiamento colaborativo criou quatro modalidades. No Brasil, cerca de 80 plataformas já testaram esse modelo, inclusive algumas já em acordo com as Leis de Incentivo existentes no país, como é o caso da Evoé, uma plataforma que funciona adequada ao modelo da Lei Rouanet e outras leis de incentivo municipais e estaduais. Talvez o mais famoso deles seja o Mars One, que arrecadou mais US$313 mil na plataforma de financiamento coletivo americana Indiegogo. A indústria de filmes também iniciou projetos similares, como a produção do filme The Age of Stupid pelos produtores franceses Guillaume Colboc e Benjamin Pommeraud. Um dos usos pioneiros de financiamento coletivo foi para financiamento de artistas, como a campanha realizada pela banda britânica Marillion para produzir álbuns e financiar turnês a partir de 1997.
Vê o nosso guia para criar uma boa campanha. O promotor terá de oferecer aos apoiantes contrapartidas únicas e originais que os incentivem a apoiar a sua campanha e a "vestir a camisola", tornando-se eles próprios agentes boaboa.pt de promoção da campanha. É muito importante incluir um vídeo para ajudar a convencer os seus investidores. A apresentação tem que ser clara, interessante (apaixonante até!) e credível de modo a ganhar apoio e conseguir o financiamento.
Passos para começar a investir
A CMVM "registou a primeira entidade gestora de plataformas de crowfunding, a Raizecrowd", informa o regulador em comunicado. Os empreendedores escolheram financiar-se através de uma plataforma deste tipo porque consideraram que essa seria a melhor forma de testar a ideia e perceber se o mercado estava disponível para a receber, como explica Pedro Homem. O projeto conseguiu reunir 21.817€ – um pouco acima dos 20.00€ pedidos – para comprar um drone e acelerar o ritmo nos projetos de investigação que o Grupo Polar da Universidade de Lisboa tem vindo a realizar na Antártida. "Queríamos uma plataforma global também para os estudantes que estão fora de Portugal", explica Ruben Pimenta, um dos três promotores do projeto que já fez a reestruturação e hoje se chama Class Notes, numa alteração relacionada com a mudança de domínio do site de .pt para .com. A plataforma de partilha e descarga de documentos universitários para estudantes já existia quando recorreu ao crowdfunding.
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“É também um crédito inclusivo”, recorda Paulo Alcarva, na medida em que acrescenta ao perímetro de acesso ao crédito várias empresas que ficariam de fora quando confrontadas com os critérios tradicionais de avaliação. Das várias modalidades de crowdfunding, o crowdlending pode ser a mais importante para as PME – não sendo diferente de um financiamento bancário convencional. ‘Resolvida’ a questão da regulamentação, e num quadro em que o acesso ao crédito bancário está condicionado por critérios apertados impostos do exterior e o capital de risco continua a merecer algumas reservas dos empresários – principalmente no que toda às PME – o crowdfunding “ganha relevância com a existência de todos esses obstáculos”, disse Paulo Alcarva.
O financiamento foi conseguido através da plataforma de crowdfunding Kickstarter, que permite aos utilizadores apoiar diretamente o projeto com um valor à sua escolha, ou através da compra antecipada do produto a um preço mais baixo. Idêntica à anterior, são linhas de apoio a fundos com capitais de risco (valor total de 400 milhões de euros de apoio). Pretende-se lançar estas linhas que funcionam como co-investimento (valor total de 60 milhões de euros de apoio). Com o equity crowdfunding os investidores podem investir capital e receber, em troca, uma quota de participação na empresa.
- Apesar de poder existir um retorno pelo investimento feito, esta não era condição essencial desta atividade.
- E como o risco de investir em obrigações de pequenas e médias empresas é elevado (incluindo a partir destas plataformas de P2P), considero que a atratatividade da RAIZE diminuiu.
- Fundada em 2013 em Israel, a OurCrowd dispõe atualmente de 1.500 milhões de dólares (cerca de 1.250 milhões de euros) sob gestão, investidos em mais de 220 empresas de quatro continentes.
- Estão agora sob análise mais de 20 projetos no país, e o CEO afirma que “é certo” que serão financiados através da Enerfip pelo menos dois a três novos projetos em 2025.
- Nós tínhamos também projectos sociais e, aí sim, podia haver uma concorrência ou uma canibalização se os continuássemos.
Já a Zarpante dedica-se a apoiar projectos culturais, a Nós Queremos segue também essa lógica e destina-se a eventos, a Olmo e a BES Crowdfunding, esta última pertencente ao Banco Espirito Santo e ligada à PPL, focam-se essencialmente na área da solidariedade social As pioneiras, a PPL e a Massivemov, têm um lugar de destaque, por liderarem em termos de investimento. Promove o acesso a capital, facilita parcerias estratégicas e oferece modelos fiscais e contabilísticos ajustados à realidade atual.
Quer isto dizer que se junta o dinheiro de vários investidores para financiar uma dada empresa portuguesa. No caso da RAIZE, podemos emprestar dinheiro a micro, pequenas e médias empresas portuguesas. Trabalhamos para pequenas e médias empresas internacionais, start-ups e empresas de telecomunicações
Como refere este estudo, estávamos ainda no início dos anos 80 quando o jornal “O Dia” lançou uma campanha de angariação de fundos, nos moldes de crowdfunding. Em tempos de confinamento, em que surge a oportunidade de amealhar algum dinheiro extra, pode ser uma boa altura para rever as suas poupanças e avaliar as oportunidades de investimento que existem no mercado, como, por exemplo, o crowdfunding. De forma a despertar a participação de investidores, costumam haver certas recompensas, geralmente relacionadas com os fins dos projetos associados. Em primeiro lugar, o autor do projeto (promotor) escolhe uma das plataformas online disponíveis para o dar conhecer, estipulando um montante mínimo e um prazo de angariação para que este possa avançar. Todo este contexto tem influenciado o setor empresarial, forçado a adaptar-se aos tempos modernos e a dar apoio à avalanche de projetos que surgem a um ritmo diário, e que trazem consigo outras oportunidades. Nenhuma das plataformas assume direitos de propriedade sobre os projectos ou os seus produtos.
Riscos de investir no modelo de Crowdfunding
Se bem que poderiam recorrer aos bancos para tentar um financiamento, o certo é que a maioria das PMEs que o faz vê os seus pedidos rejeitados. Como sabe, as PMEs, apesarem de dominarem o setor empresarial em Portugal, não podem contar com muitos apoios governamentais. Se anda à procura de novos investimentos para fazer, deve já saber que tem várias hipóteses. Uma campanha bem concebida atinge públicos que, de outro modo, não descobririam a marca.
